Arquitetura sustentável: novo modelo para o meio ambiente, a economia e a sociedade
Por Redação
Economia circular
Surgiu em oposição ao método de economia linear, que desconsidera o “círculo” ou “ciclo” natural das coisas.
Em vez de pensar os bens como produtos que ao fim da vida útil serão simplesmente descartados, o modelo circular de economia desde seu início se preocupa com o reaproveitamento ou máximo aproveitamento.
Desde as embalagens até os produtos, em si, que não são mais úteis para o uso inicial, devem ser pensados de forma a serem reaproveitados. Várias marcas tradicionais inclusive já estão aderindo à economia circular.
Alguns dos principais exemplos são o reuso de plástico, vidro e mesmo da água, nas linhas de produção. Na arquitetura, principalmente, destaca-se o reuso de concreto, cerâmica e aço.
Além disso, os projetos cada vez mais levam em conta o aproveitamento de água da chuva, processamento de matéria orgânica, mínimo impacto ambiental e desmatamento e busca de produção de energia limpa, como a solar.
Upcycling
Essa tendência, na verdade, está inserida dentro do modelo de economia circular e é um dos seus pilares. E tem sido amplamente utilizada para os projetos de arquitetura sustentável.
Muitas vezes o upcycling é confundido com a reciclagem, em que um produto é processado para a fabricação de qualquer objeto novo, ou apenas com a mesma função que tinha anteriormente.
No upcycling, a ideia é justamente de dar um “up” no que está sendo reaproveitado. Criar algo novo com ainda mais utilidade.
Como a criação de móveis e objetos de decoração para ambientes com material reaproveitado e melhorado.
E a prática acaba impactando positivamente de diversas formas e em diversos âmbitos.
Isso porque além de garantir a retirada de toneladas de materiais do meio ambiente, garante ainda que os novos produtos feitos a partir deles terão um custo bem menor.
Faz ainda com que se repense as práticas de consumo e os valores cobrados pelos objetos.
Por fim, pode ser uma importante fonte de geração de emprego e renda para milhões de pessoas ao redor do mundo.
Impacto social da arquitetura sustentável
E a grande vantagem de todas essas iniciativas é gerar cidades e ambientes mais acolhedores e saudáveis para as pessoas.
A economia de energia, preservação da vegetação nativa, redução da impermeabilização do solo, aproveitamento máximo da ventilação e da luz natural, reuso da água…
Tudo isso tem impactos nos custos e na qualidade de vida das pessoas de forma exponencial.
Viver em um ambiente saudável e sustentável é viver melhor. Por isso essas práticas são cada vez mais exigidas nos projetos!
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